terça-feira, 15 de março de 2016

CORNO IÔ IÔ

CORNO  TAMBEM  E  CULTURA  


CARLOS  COELHO BIXOTA    1919   +   1989                                               CUBIXOTA
                                    CORNO  IÔ IÔ
Carioca ,Poeta ,Catador  de  Papel  e  Corno  nasceu  em  17 de maio de  1939 na  favela  do  Passo  Rodo  ele  foi um dos maiores    defensor  das comunidades   da  zona  sul  branco  por  devoção  e  negro  por  opção , Cubixota  tornou-se  rapidamente  no  mais famoso corno  do RJ   ou seja  : O 1 º  CORNO   IÕIÕ    DAS FAVELAS  CARIOCAS  ( AQUELE  QUE  DIZIA  PARA  OS AMANTES  DE  SUA  MULHER  QUE   IA  EMBORA    MAS    SEMPRE    VOLTAVA ) sua mulher  a  folgosa  Lucinha  Busca  Pé soltava  fogos de alegria  junto com  seu amante preferido  o  neguinho  Sacomé  ;  A   devoção  de  Cubixota  era  tanta a  cor  branca  que quando  ficava  doidão  ele    confundia  o  sal  com  o  açúcar refinado  aos  2  anos  de idade  ele robou  a  mamadeira de seu primo  Guermes   de  apenas  3  meses  de  vida  ,aos 4  anos  obrigava  as  filhas   de  sua vizinha a  se  consultarem  embaixo  de um  galinheiro  de  sua  casa  não  cobrava  consultas  aprendeu com  os mais  velhos a  arte  de  ajudar  o próximo  sem  nenhum  interesse  financeiro  de  suas clientes ; aos  9  anos  de idade o  amante  de  sua mãe  conhecido como  Turcão  o  expulsou  de  casa  e  ele  foi  viver  no lixão  de  Caxias la  ele aprendeu com  traficantes  , piranhas  e  desocupados   a  arte  de  viver  em  grupo .
Aos  12  anos  praticou  seu primeiro assalto com  êxito  num  coletivo  da  baixada  fluminense  já  adolescente ,voltou  para  a  favela de  onde  foi  expulso  por  Turcão e  fez  uma  oferenda  na  intenção   de  seu  ex  padrasto   mais tarde  foi preso por  trafico de  drogas  no  centro da  cidade e  foi  parar  na  Polinter   dentro da  cadeia foi avisado que  sua família  fora  morta  por  traficantes  rivais foi a  e que ele  raspou a  cabeça e  cantou  catuê  agradecendo a   calungaas  graças  recebidas,  subornou  policiais  e  tempos  mais  tarde  já  estava  solto ,invadiu a  favela  do  brejo  sêco  onde  instalou uma  funerária  intinerante  na  qual  ditava as  regras locais  para  apanhar  os  presuntos do  asfalto
Ele tinha uma  conduta religiosa  como  ninguém  em  sua  viagens místicas do alto  de  seu  casebre  no  morro  dos  macacos  ele  imaginava  a  comunidade  toda  colorida com  a juventude  armadas  ate  os  dentes com  fuzil  R15    a  espera  da  policia  para trocarem  caricias bélicas  por  todo o  lado   defendendo  seu comercio  informal .  De  suas  narinas  saiam  fragância s que  faziam a alegria da  comunidade principalmente  as  que rodeavam  o  baixo  merétro  de Chalfum  morreu em 22 d e  abril de  1903 na  localidade  de  Leopoldina em  Minas  Gerais  desenvolvendo um trabalho  comunitário com  jovens  plantador  de  trigo na  região  entre  sua publicações  mais  expressivas  encontramos :
1-      BREJO  SÊCO----  NEGUINHA  BUSCAPÉ    ----     NARINAS  DE  NEVE
2-

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