CARLOS COELHO
BIXOTA 1919 +
1989
CUBIXOTA
CORNO IÔ IÔ
Carioca ,Poeta ,Catador
de Papel e
Corno nasceu em 17
de maio de 1939 na favela
do Passo Rodo
ele foi um dos maiores defensor
das comunidades da zona
sul branco por
devoção e negro
por opção , Cubixota tornou-se
rapidamente no mais famoso corno do RJ ou seja
: O 1 º CORNO IÕIÕ
DAS FAVELAS CARIOCAS ( AQUELE
QUE DIZIA PARA
OS AMANTES DE SUA
MULHER QUE IA
EMBORA MAS SEMPRE
VOLTAVA ) sua mulher
a folgosa Lucinha
Busca Pé soltava fogos de alegria junto com
seu amante preferido o neguinho
Sacomé ; A
devoção de Cubixota
era tanta a cor
branca que quando ficava
doidão ele confundia
o sal com
o açúcar refinado aos
2 anos de idade
ele robou a mamadeira de seu primo Guermes de
apenas 3 meses
de vida ,aos 4
anos obrigava as
filhas de sua vizinha a
se consultarem embaixo
de um galinheiro de
sua casa não
cobrava consultas aprendeu com
os mais velhos a arte
de ajudar o próximo
sem nenhum interesse
financeiro de suas clientes ; aos 9 anos de idade o
amante de sua mãe
conhecido como Turcão o
expulsou de casa
e ele foi
viver no lixão de
Caxias la ele aprendeu com traficantes
, piranhas e desocupados
a arte de
viver em grupo .
Aos 12 anos
praticou seu primeiro assalto
com êxito num
coletivo da baixada
fluminense já adolescente ,voltou para
a favela de onde
foi expulso por
Turcão e fez uma
oferenda na intenção
de seu ex
padrasto mais tarde foi preso por
trafico de drogas no
centro da cidade e foi
parar na Polinter
dentro da cadeia foi avisado
que sua família fora
morta por traficantes
rivais foi a e que ele raspou a
cabeça e cantou catuê
agradecendo a calungaas graças
recebidas, subornou policiais
e tempos mais
tarde já estava
solto ,invadiu a favela do
brejo sêco onde
instalou uma funerária intinerante
na qual ditava as
regras locais para apanhar
os presuntos do asfalto
Ele tinha uma conduta
religiosa como ninguém
em sua viagens místicas do alto de
seu casebre no
morro dos macacos
ele imaginava a
comunidade toda colorida com
a juventude armadas ate
os dentes com fuzil
R15 a espera
da policia para trocarem
caricias bélicas por todo o
lado defendendo seu comercio
informal . De suas
narinas saiam fragância s que faziam a alegria da comunidade principalmente as que
rodeavam o baixo
merétro de Chalfum morreu em 22 d e abril de
1903 na localidade de
Leopoldina em Minas Gerais
desenvolvendo um trabalho
comunitário com jovens plantador
de trigo na região
entre sua publicações mais
expressivas encontramos :
1-
BREJO
SÊCO---- NEGUINHA
BUSCAPÉ ----
NARINAS
DE NEVE
2-
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